5 tendências que vão ficar após a pandemia

A vida da gente é repleta de acontecimentos que mudam a nossa maneira de agir e de pensar. Com a pandemia não poderia ser diferente. O mundo pós Covid-19 certamente não será o mesmo. A boa notícia é que as mudanças serão para melhor. Nossos hábitos de higiene jamais serão os mesmos, afinal, aprendemos “na marra” quais são as formas de nos prevenir de vírus que afeta o sistema respiratório. Mas e as outras mudanças, quais serão? Citamos, abaixo, as cinco tendências que vieram para ficar!

1. Trabalho em casa

Para muitos, sobretudo para aqueles que trabalham com o computador, o famoso Home Office (o trabalho de casa) foi uma maneira para evitar a contaminação pelo vírus. Com o tempo, se tornou uma boa alternativa também para o futuro.

Um estudo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA – USP) em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) apontou que 70% dos trabalhadores entrevistados vão preferir trabalhar de casa no pós-pandemia.

As vantagens do trabalho remoto são claras e beneficiam funcionários e empregadores. Estamos falando de menos espaços físicos, menos congestionamento, menos gasto com transporte, menos estresse, menos contato com a poluição, menos horários rígidos, menos falta de tempo etc..

No entanto, ainda que muitos se enquadrem no home office, essa forma de trabalhar não é para todos, por enquanto. Torçamos por uma transformação urgente no mercado de trabalho que possibilite que mais pessoas possam exercer seu ofício remotamente.

2. Compras online em alta

As compras online ganhavam poucos adeptos a cada ano e o motivo principal para a era a desconfiança nessa forma de comprar. No ano da pandemia o aumento de consumidores que passou a fazer compras pela internet foi exponencial.

Mais uma vez os ganhos são muitos: compra no conforto do lar, comparação de preços muito facilitada, preços (em geral) mais baixos, devido à centralização do estoque e a não necessidade de pagamento dos encargos das lojas físicas, entre outros.

Os novos consumidores online são exigentes, desconfiados e fazem valer os seus direitos.

3. Estudo à distância

O ensino online virou norma durante a pandemia. Se antes a modalidade era oferecida a alguns cursos de graduação e pós-graduação, além de cursos livres, agora, todas as universidades aderiram a essa forma de aprendizado. Além disso, o ensino fundamental e o segundo grau entraram nessa onda. Mas e depois do Covid-19, como será?

A tendência é que novas plataformas que conectam professores e alunos surjam. E novas universidades passem a aderir à educação a distância. Para o futuro, as formas híbridas de ensino – aquelas que mesclam ensino online e presencial – devem aparecer.

Quem ganha com essa mudança? Os que não gostam de enfrentar trânsito caótico, poluição, perder tempo entre o trabalho/casa e o local de ensino, gastar com transporte e alimentação.

Vale lembrar que uma grande parcela da população ainda não tem acesso à internet ou tem conexão precária, o que requer uma melhora nesse tipo de serviço cada vez mais essencial.

4. Revisão de crenças e valores

Segundo Pete Lunn, chefe da unidade de estudos comportamentais da Trinity College Dublin, uma crise na saúde pública é considerada um reset (um recomeço), provocando mudanças profundas no comportamento das pessoas. Esse cenário obriga as comunidades – seja nos bairros ou entre funcionários de uma instituição, por exemplo – a se unirem. Isso ocorre à semelhança de um pós-guerra.

5. Mais contas bancárias

De acordo com Renato Meirelles, do instituto de pesquisa Locomotiva, a pandemia fez aumentar o número de brasileiros com conta bancária (11,8 milhões de pessoas), bem como houve um aumento da digitalização – ou seja, da preferência por bancos digitais e da adesão aos aplicativos. Essa tendência veio pra ficar e todos ganham com isso, inclusive a economia.

Empréstimo entre pessoas físicas

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