Como usar o empréstimo de maneira consciente

Definir valor, modalidade de empréstimo adequado e manter o controle financeiro são algumas dicas para quem precisa de crédito.

Em determinados momentos da vida, é comum que seja preciso mais dinheiro para suprir alguma necessidade pontual, seja uma pessoa física ou pessoa jurídica. Nessas situações, entre as saídas possíveis, o empréstimo pode se mostrar como alternativa de menor custo – desde que, a pessoa que está contraindo este tipo de crédito pondere bem as taxas e condições e utilize o dinheiro de forma consciente.

A título de exemplo dessa necessidade de capital extra, tem-se a compra de um eletrodoméstico, item geralmente essencial e que, não raro, possui um valor expressivo de custo. As opções mais usuais para efetivar o negócio são o cartão de crédito, o carnê e o pagamento à vista.

No primeiro caso, pode ser que o preço do eletrodoméstico pretendido ultrapasse o limite de crédito do cartão, além, é claro, das taxas de juros que, muitas vezes, se somam à dívida. Quanto ao carnê (uma forma mais antiga de parcelamento de débitos), ele se caracteriza por juros ainda mais expressivos do que o cartão de crédito, levando o consumidor a arcar com um valor final até três vezes maior.

Pagar à vista, por sua vez, é quase sempre a melhor opção, podendo-se conseguir, até mesmo, um percentual de abatimento do valor original do produto somente por escolher essa forma de pagamento. Logo, levando-se em consideração o preço do bem e as vantagens de se realizar a compra à vista, é nesse momento que o empréstimo se apresenta como uma excelente alternativa.

Para auxiliar, veja uma seleção de cinco dicas para se utilizar de um empréstimo da maneira mais consciente possível:

1. Definir qual será o destino do dinheiro: uma vez decidido por tomar esta linha de crédito, é imprescindível planejar e delimitar bem o seu uso.

2. Entender qual será o valor necessário: é preciso realizar a famosa pesquisa de preço e procurar pelo melhor negócio a ser realizado, de forma a se chegar ao valor que será preciso para suprir a necessidade.

3. Buscar pelo tipo de empréstimo mais adequado ao caso: se certificar de que encontrou a melhor modalidade de empréstimo para determinados tipos de uso e de consumidor, analisando bem as taxas e as condições, e comparando o valor final a ser pago em cada uma delas.

4. Estar atento em manter o controle financeiro: é de fundamental simular e se certificar de que as parcelas daquele empréstimo não comprometerão a saúde financeira de quem está solicitando este crédito, de modo a evitar que aquilo que antes era a solução de um problema acabe por gerar dores de cabeça. Além do mais, arcar com as contas em dia, de um modo geral, contribui para a boa imagem de uma pessoa perante o mercado.

5. Seguir o planejamento proposto: pode até parecer óbvio, mas não custa lembrar de que é preciso ater-se ao máximo ao planejamento realizado antes mesmo de se contratar o empréstimo, destinando corretamente o dinheiro.

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