Compra no seu nome? Depois eu pago…

Emprestar o nome para que outras pessoas possam fazer contas ainda é algo bastante comum nos dias de hoje.

Tentar ajudar outra pessoa que está com dificuldade para conseguir um cartão de crédito, fazer um empréstimo ou até mesmo comprar bens é uma atitude bem nobre, mas pode resultar em vários riscos para quem está emprestando o nome.

Já parou para pensar que a outra pessoa pode não conseguir arcar com esse compromisso?

Dessa forma, se você pretende emprestar o seu nome para alguém fazer uma dívida ou firmar um compromisso, é muito importante estar atento às possíveis consequências. Quem nunca emprestou o cartão de crédito para aquele amigo ou familiar? Ou fez um empréstimo em seu nome para outra pessoa? Essas são situações corriqueiras que podem acontecer, afinal ajudar pessoas próximas é algo que todo mundo faz.

Mas…

Mesmo que você conheça a pessoa e ela seja muito próxima, ainda assim, é um risco. Nunca se sabe quando um imprevisto pode acontecer. A pessoa pode ficar desempregada, por exemplo, e não terá como pagar o empréstimo ou a conta que foi feita em seu nome. Além disso, é impossível ter certeza de que a pessoa irá mesmo pagar.

Mesmo que essa atitude seja positiva e vise ajudar um amigo ou familiar, você precisa ficar ciente de que pode ter que arcar com os custos de algo que não foi para o seu bolso ou que você não usufruiu.

Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em conjunto com o SPC, registrou que 24% das pessoas na lista de inadimplentes estão nessa situação porque emprestaram seus nomes para terceiros. E o dado mais alarmante dessa pesquisa: mais de 30% dos entrevistados, entre aqueles com nome sujo, sequer sabiam qual a finalidade de ter emprestado o nome para a outra pessoa ou os valores envolvidos.

A mesma pesquisa também constatou que mais da metade das pessoas que ficaram com seus nomes sujos por terceiros, tiveram que pagar as dívidas sozinhos.

Por que isso acontece?

É muito simples: todos os riscos associados são da responsabilidade de quem emprestou o nome, pois é neste CPF que a dívida foi feita. Sendo assim, quaisquer problemas como atraso no pagamento, taxas de juros ou, até mesmo, o não pagamento, acabam no seu nome. Com isso, de uma hora para outra o dono do CPF tem que lidar com cobranças de instituições financeiras, dívidas que ele não fez, pagamento de multas por atraso e uma série de outros imprevistos que, até então, não faziam parte da sua vida.

Já ouviu falar do score de crédito?

É um sistema de pontuação que o mercado atribui de acordo com o seu comportamento no mercado. Ou seja, se você paga as contas em dia e cumpre seus compromissos, essa pontuação é alta. Quem paga com atraso ou está na lista de inadimplentes, tem uma pontuação baixa.

Emprestar o nome para outra pessoa fazer dívidas pode resultar na diminuição do seu score. Como todas as transações serão feitas no seu CPF, se a outra pessoa não pagar em dia ou não arcar com os custos, esse comportamento será atribuído ao seu perfil e não ao dela.

Ter um score de crédito baixo pode dificultar sua vida na hora de conseguir empréstimos, financiamentos, além de comprar bens e imóveis, adquirir novos cartões de crédito ou abrir contas correntes em bancos privados.

Bom Pagador

O Bullla, fintech do setor digital que atua conectando pessoas por meio do empréstimo online entre pessoas físicas, recompensa quem paga em dia na plataforma. Isso é feito por meio de um sistema de pontuação próprio que atribui um score de crédito com base no comportamento do membro na comunidade Bullla. Quanto maior a pontuação, menor é o risco de emprestar. Com isso, há menos risco na operação e você consegue empréstimos com taxas de juros ainda menores, sendo que o Bullla já trabalha com as taxas mais justas do mercado.

Para mais informações acesse www.bullla.com.br.