Qual a melhor atitude: comprar à vista ou parcelar?

Antes de realizar uma compra é preciso levar em consideração o seu planejamento financeiro. O valor do produto deve ser levado em conta na hora de escolher entre o parcelamento ou o pagamento à vista.

Parcelar produtos é um hábito comum entre os brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mais de 82,7 milhões de brasileiros têm uma parte do seu orçamento destinada a pagar dívidas do parcelamento por meio do cartão de crédito ou crediário.

Antes de realizar uma compra é preciso levar em consideração o seu planejamento financeiro. O valor do produto deve ser levado em conta na hora de escolher entre o parcelamento ou o pagamento à vista. Para viagens de longa duração, financiamentos de veículos ou imóveis, o parcelamento pode ser uma boa alternativa.

Para produtos com menor valor, como eletrônicos ou eletrodomésticos, a indicação é realizar o pagamento a vista, já que os juros estabelecidos sobre o parcelamento no cartão de crédito e carnê podem aumentar, e muito, o valor do item. Além disso, o parcelamento compromete o seu orçamento a longo prazo.

Parcelar ou pagar a vista: Qual método escolher?

O Crédito Direto ao Consumidor, também conhecido como CDC, é o método mais utilizado de parcelamento em instituições financeiras e lojas de departamento. Nessas lojas, o CDC é bastante conhecido como carnê ou crediário. Essa liberação de crédito se dá no momento da compra, mesmo que o cliente não possua condições de adquirir o produto à vista. O ponto negativo desse método de financiamento está nas altas taxas de juros cobradas ao mês. O aumento no número de parcelas possui relação direta com o valor final do produto, que chega a ser três vezes maior.

Geralmente, os vendedores oferecem descontos para as compras realizadas à vista. Esses descontos variam entre 5% até 15% do valor total do produto, e ocorrem com maior frequência em lojas virtuais. Adquirir mercadorias com o pagamento à vista, sempre que possível, é uma excelente maneira de evitar a incidência de juros.

Mas o que fazer quando não se tem o capital disponível para comprar aquele produto tão desejado? Uma ótima alternativa é a solicitação de um empréstimo entre pessoas físicas.

O empréstimo entre pessoas físicas não é uma prática recente, mas que só foi regularizada em 2018. Por se tratar de um empréstimo entre pessoas, a taxa de juros é inferior ao encontrado no mercado, e, consequentemente inferior aos juros do crediário. Isso faz com que essa modalidade de empréstimo seja uma ótima alternativa para adquirir bens necessários a vista, evitando as taxas exorbitantes do crediário.

O Bullla

O Bullla é a primeira Sociedade de Empréstimos entre Pessoas do país, que possui aprovação pelo Banco Central em 2019, e tem como propósito criar relações transparentes, honestas e humanas entre o Bom Poupador e o Bom Pagador.

A plataforma possui um sistema de classificação de crédito próprio. O resultado é uma somatória do comportamento do usuário no mercado em geral e dentro da plataforma. A classificação está disposta como: AAA, AA, A, B, C e D. Quanto maior for a nota do seu perfil, maior será o número de poupadores interessados em aprovar a transação.

O benefício também se estende aos poupadores, que recebem um retorno expressivo em relação a alguns investimentos. Além disso, com o sistema de classificação, fica ainda mais seguro decidir para quais pagadores os poupadores podem realizar o empréstimo.

O processo é 100% online, seguro e sem burocracia. Basta realizar o seu cadastro no Bullla e realizar uma simulação do empréstimo entre pessoas físicas.

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