Você sabe diferenciar gastos essenciais de supérfluos?

Você quer ter uma vida financeira organizada e sem dores de cabeça? Então, é essencial ter disciplina para manter o pagamento das contas em dia e, lógico, não sair por aí, comprando tudo o que vê pela frente. Para manter o orçamento, o primeiro passo é diferenciar os gastos essenciais dos supérfluos. Só isso? Não. Então, o que fazer para organizar a vida financeira? Vem que temos algumas dicas para você:

Gastos essenciais

Como sugere o próprio nome, os gastos essenciais são aqueles que devem constar obrigatoriamente no orçamento mensal. Eles são importantes porque têm uma relação direta com a sua sobrevivência. Veja alguns exemplos logo abaixo:

  • contas de água, luz e gás;
  • alimentação;
  • condomínio;
  • aluguel;
  • convênios e planos de saúde, entre outros.

Mesmo que sejam considerados muito importantes, os gastos essenciais ainda podem ser reduzidos por meio de um controle planejado.

Gastos supérfluos

Alguns gastos supérfluos são resultado de despesas sem necessidade. Por exemplo, uma bolsa nova – sendo que já tem cinco bolsas novas em casa. Mas esse não é o caso, pois no planejamento financeiro/orçamentário esses gastos também podem ser considerados necessários. Entretanto, a diferença é que não possuem uma ligação direta com a sobrevivência da pessoa. Na realidade, a maioria deles tem mais a ver com a qualidade de vida e conforto. Alguns exemplos são:

  • carro próprio;
  • serviços de streaming, como Netflix e Spotify;
  • entretenimento, a exemplo de baladas e cinema;
  • academia;
  • gastos com restaurante, lanchonetes e delivery;
  • compras diversas, entre outros.

Comprometimento da renda

Muitos problemas envolvendo a dificuldade de manter as contas em dia aparecem devido à falta de um plano claro. Separando os gastos essenciais dos supérfluos, você pode começar o seu planejamento com uma ideia simples e prática:

  • 50% da renda reservada para os gastos essenciais;
  • 30% da renda para gastos supérfluos, como massagem, cinema e academia.

Ao fazer isso, você ainda poderá contar com uma sobra mensal para direcionar para outros objetivos, por exemplo, investimentos, reserva de emergência ou uma poupança.

Por que ter um planejamento financeiro?

A maioria das pessoas com problemas financeiros não tem o hábito de fazer um planejamento, que é a base mais importante para manter o controle sobre todos os gastos. Além disso, não é preciso gastar nada. Um simples caderno para anotar as despesas ou uma planilha no computador é suficiente para organizar as contas. Para quem busca mais praticidade pode optar por um dos diversos aplicativos gratuitos.

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